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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Libertadores não tem lógica

O discurso, independente do clube, é o mesmo: “Libertadores é diferente”. De fato, o torneio sul-americano tem lá suas peculiaridades. A maior delas é o fato de nem sempre o melhor vencer. Claro que o formato mata-mata, o peso do gol fora de casa e tantos outros ingredientes temperam a competição, mas não conseguem defini-la com exatidão.

O Corinthians sofreu deste veneno. Time por time, foi muito superior ao Flamengo. No primeiro tempo fez 2x0. Mas poderia ter sido muito mais. Dentinho e Ronaldo desperdiçaram chances, que no futuro se mostrariam fatais. O placar daria a classificação aos paulistas, mas soou pequeno diante do que o Timão fez em campo.

Na volta, Kleberson acertou o Flamengo. Os cariocas iniciaram a partida perdidos e os dois gols de desvantagem passaram a ser motivo de comemoração, porque foi pouco diante do produzido. Em quatro minutos, porém, o rubro-negro tomou a vantagem novamente a seu favor, com gol de Vágner Love.

A partir daí, o que se viu foi o desespero típico de mata-mata por parte do Corinthians, além da retranca e o contra-ataque flamenguistas. E emoção de sobra. Mano Menezes mexeu mal, tirou o eficiente Elias e gastou suas alterações para consertá-la. Chicão assustou em duas cobranças de falta, com Bruno salvando o Mengão. Mas a vaga tinha realmente escapado das mãos corintianas.

Injusto, disseram uns. Previsível, disseram outros. Alguns sugeriam que o Timão deveria ter entregue o último jogo da chave de grupo e fugido do confronto caseiro. O sonho da Libertadores em seu centenário acabou prematuramente, mesmo depois da melhor campanha da competição.

O Corinthians sai da competição sul-americana com seis vitórias, um empate e uma única derrota. Derrota esta por mísero 1x0. E o gol foi de pênalti. Foram 11 gols a favor e apenas 5 contra. A campanha foi ótima, o futebol nem tanto. Mas o principal disso tudo é que o mata-mata não tolera vacilos.

O primeiro jogo, com um a mais durante todo o segundo tempo no Maracanã. Faltou ousadia, vontade de matar o confronto na casa do adversário. Depois, o placar não tão avantajado após uma primeira etapa primorosa no Pacaembu. As chances perdidas poderiam ter se tornado uma goleada e a garantia de classificação. O que não aconteceu!

A Fiel sofreu, cantou, deu um show. Mas no fim, a declaração do presidente Andrés Sanches resumiu bem o que é disputar um torneio deste calibre: “Para ganhar a Libertadores, nós temos de jogar mais vezes. Temos de nos acostumar a disputar o torneio”, explicou o mandatário corintiano, já sonhando com o retorno à competição em 2011.

E não duvidem do Flamengo, que se classificou com a pior campanha da Libertadores. Os cariocas podem ganhar moral, crescer na hora certa e, por que não, ganhar a competição. Afinal, a Libertadores é diferente. Não tem lógica!



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Uma aula de Libertadores!

É a primeira participação do Racing na Libertadores. Mesmo assim, os uruguaios deram uma aula no badalado Corinthians. Não, não foi uma aula de bola, até porque o futebol apresentado pelo time visitante foi bem limitado. Mas foi bom para o Timão ver o que é ser experiente em uma Taça Libertadores.

Ronaldo e Roberto Carlos (foto) cansaram de disputar Champions League, jogaram finais de Copas do Mundo e decidiram partidas ao redor do mundo. Experiência no futebol não falta a eles. Mas experiência de Libertadores falta. E muita!

Claro que eles não sentiram frio na barriga antes da partida. Não temeram o adversário. Mas se irritaram. E como! A cada falta, os uruguaios caiam, faziam a tradicional cera e levavam os corintianos à loucura. Reclamavam demais com o árbitro, qualquer que fosse a marcação. Sobravam provocações ao pé do ouvido.

E os dois chegaram a perder a cabeça. Primeiro Ronaldo, que deu uma rasteira em um zagueiro adversário e levou amarelo. Depois Roberto Carlos, um pouco mais violento, chutou um uruguaio na linha de fundo e poderia (e, ao meu ver, deveria) ter sido expulso.

Mas as coisas se acalmaram com os gols de Elias. Com o placar a favor, os camisas 9 e 6 melhoraram, começaram a mostrar um bom futebol e o Corinthians venceu a estreia por 2x1. Suado, como a Fiel gosta.

O importante, claro, são os três pontos. Mas tão fundamental quanto largar vencendo, é a aula de América do Sul que os corintianos precisavam. Experiência na Europa não serve na Libertadores. E agora Ronaldo e Roberto Carlos já sabem!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Hermanos na Copa. Há o que temer?

Suado, sofrido, difícil... a classificação da Argentina para a Copa de 2010 foi digna de um tango. A letra, escrita por Diego Maradona (foto), técnico dos hermanos, teve um enredo cheio de altos e baixo, mas com um final feliz para os argentinos.

A vitória na última rodada sobre o Uruguai, fora de casa, deu a vaga a Argentina. E mais: fez com que Maradona desabafasse contra os jornalistas do país, críticos de seu trabalho à frente da seleção. A revolta de Don Diego começou com músicas provocativas após o apito final, passou por palavrões e terminou com patadas na entrevista coletiva.

O certo é que Maradona caiu, e muito, no conceito dos argentinos. Continua sendo um 'deus' para seus conterrâneos, mas como treinador passou longe de ser unanimidade. E agora ganhou um tempo extra para preparar o time para o Mundial de 2010.

E terá muito trabalho pela frente. A começar por um padrão tático, inexistente na seleção. Porém, o mais complicado dos problemas é a defesa. Com uma safra de má qualidade de zagueiros, a linha defensiva deixou os hermanos na mão muitas vezes nestas Eliminatórias. Deve ser o setor a ser trabalhado até 2010.

Na frente, falta trazer a genialidade de Messi de Barcelona para Buenos Aires. Com a camisa azul e branca, o jogador passa longe de reeditar as brilhantes apresentações feitas no clube espanhol e que devem coroá-lo como melhor jogador do mundo neste ano.

No restante, a Argentina tem um bom time, com ótimo jogadores. Estrelas como Tévez, Mascherano, Higuaín, Aguero, Verón, Riquelme e que não conseguiram formar um time. E este será o grande desafio de Maradona até a competição na África do Sul, no próximo ano.

Os brasileiros, em sua grande maioria, secaram, torceram contra. Uma mistura de rivalidade, respeito e medo. Isso porque todos sabem que quando chegar a hora, a Argentina pode brilhar na Copa do Mundo.

E quer saber? Eu não duvido...



quarta-feira, 8 de julho de 2009

Coincidências na final da Libertadores?

Cruzeiro e Estudiantes (ARG) começam hoje a disputa pelo título da Libertadores, torneio mais importante do continente. E, para quem é ligado em coincidências ou superstições, o Cruzeiro deve tomar cuidado.

Pelo segundo ano seguido, os finalistas da competição saem do mesmo grupo da fase eliminatória. No ano passado, Fluminense e LDU (EQU) decidiram o torneio. O Flu tinha melhor campanha, assim como o time mineiro em 2009, e perdeu o título. Neste ano, o Cruzeiro fez 3x0 em Minas, mas foi goleado por 4x0 na Argentina.

A outra coincidência coloca o São Paulo na história. Este é o quarto ano seguido que o time paulista é eliminado por brasileiros. Tirando a primeira vez, em 2006, em que perdeu a final para o Inter, as outras duas tiveram uma peculiaridade.

Tanto em 2007, quando foi eliminado pelo Grêmio nas oitavas-de-final, quanto em 2008, quando perdeu para o Fluminense nas quartas, o São Paulo viu seu algoz ser vice-campeão. Na época, os gaúchos levaram um baile do Boca Juniors, enquanto o Flu frustrou um Maracanã lotado, sendo derrotado nos pênaltis pela LDU.

Ah, e os dois times brasileiros fizeram a partida decisiva em casa. Assim como o Cruzeiro fará em 2009. Pura coincidência ou um sinal de que o Cruzeiro deve se preocupar?




quarta-feira, 1 de abril de 2009

1º de abril? Antes fosse!

Massacre. Apenas uma palavra pode definir o confronto de hoje à tarde entre Bolívia e Argentina. O 6 a 1 tomado pelos comandados de Maradona não representou só uma humilhação aos portenhos. Também representou a maior derrota em Eliminatórias para a Copa do Mundo, além de igualar o pior resultado de toda a sua história – perdeu de 6 a 1 para a Tchecoslováquia, na Copa de 58.

A derrota acaba com a lua de mel entre Diego Maradona, que havia ganhado seus três primeiros jogos, e a torcida, que ficou ao lado do técnico até mesmo quando Riquelme pediu dispensa da seleção.

Certamente a altitude atrapalhou a Argentina, mas não pode ser encarada como desculpa pelo treinador, uma vez que o próprio Maradona apoiou Evo Moralez na cruzada do presidente boliviano contra a proibição dos jogos acima de 2500 metros.

Muitos estão dizendo que a partida foi parecida com o jogo do Brasil contra o Equador, quando a Seleção foi pressionada durante todo o tempo. Concordo em partes. A diferença é que, além de termos o melhor goleiro do mundo na atualidade, temos também um técnico cauteloso – às vezes até demais. Jogar nas alturas não é fácil, seja quem for o adversário e um empate é sempre bom.

Vale lembrar também que o Brasil não vence o Equador, fora de casa, desde as Eliminatórias de 93 e que perdeu os dois últimos jogos que fez lá. Ou seja, o empate foi um placar até que razoável.

Perder para a Bolívia jogando em cima do morro também não é uma catástrofe. Catástrofe é tomar de seis. Vexame histórico para os nossos hermanos. Que pena! Acho que vou chorar!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A zebra está chegando!

O Santos repetiu o placar do jogo de ida e venceu novamente o Cúcuta (COL) ontem, na Colômbia, por 2x0. Com o placar, o Peixe está nas quartas-de-final da Copa Libertadores.

A partida foi tranqüila para o Santos, que poderia ter vencido por muito mais. O Cúcuta pouco ameaçou e foi presa fácil ao time alvinegro, principalmente após o gol de Kléber Pereira, no fim do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Peixe cadenciou ainda mais o jogo e Lima fez o segundo, celando a classificação santista. O próximo adversário do Santos é o América (MEX), algoz do Flamengo na competição.

A chegada do Santos nas quartas-de-final não deixa de ser uma surpresa. No começo da Libertadores, o time era tido como o mais fraco entre os brasileiros, muito atrás dos badalados Fluminense, Flamengo e São Paulo.

Em silêncio, a zebra santista está chegando e pode aprontar ainda mais na Libertadores.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

São Paulo é único sobrevivente da 'quarta brava'

O Brasil poderia ter cinco das oito equipes classificadas às quartas-de-final da Libertadores, que seria um feito inédito. E a quarta-feira seria fundamental para isso. Mas não foi um bom dia para o futebol brasileiro.

No Mineirão lotado, o Cruzeiro bem que tentou se impor diante do Boca Juniors (ARG). Mas não adianta, o time argentino está um grau acima dos demais no quesito mata-mata de Libertadores. Sabem jogar fora de casa e venceram novamente por 2x1.

Após a primeira baixa, a grande dúvida da noite era o São Paulo, que precisava ganhar do Nacional (URU) para avançar. O jogo do Tricolor foi aquele já conhecido, sem criatividade, mas sem os cruzamentos de Jorge Wágner, machucado. O estilo de jogo pragmático é a cara do São Paulo na temporada 2008.

Mas nada mais recomendável para uma Libertadores. Após cruzamento, Adriano abriu o placar e o time em nada se alterou. A dificuldade de saída de bola e a falta de criatividade no meio-de-campo continuavam. Mas a boa defesa, liderada pelo brilhante zagueiro Miranda, permanecia intacta.

Após um segundo tempo morno, com emoções controladas pelas defesas sólidas e não tão eficientes ataques, o São Paulo matou o jogo. Dagoberto, que entrou no segundo tempo, fez jogada individual e liquidou a fatura. São Paulo classificado, juntando-se a Fluminense, que classificara-se na terça. Os tricolores, inclusive, se encontram nas quartas-de-final.

No Maracanã, o jogo aparentemente mais tranqüilo. O Flamengo poderia perder para o América (MEX) por até dois gols, após a bela vitória no México. Mas em um jogo histórico, que ficará conhecido como 'Maracanazo mexicano', o Flamengo não se encontrou e perdeu por 3x0, dando 'adeus' ao torneio.

O resultado até parecia um pesadelo de torcedor, daqueles em que o rubro-negro acordaria e pensaria: "Nossa, sonhei que o Flamengo perdia por 3x0. Ainda bem que isso é impossível e foi só sonho". Infelizmente, para os flamenguistas, a má atuação foi real e a eliminação foi doida.

Causas para explicar são muitas, e variam entre a falta de concentração na partida pela despedida de Joel Santana, soberba após a vitória na casa do adversário, além da apatia do time, que parecia não querer jogar (na foto, jogadores lamentam a eliminação).

Foi um resultado inexplicável, que marcará a história da Libertadores. E mais do que isso, mostra que para jogar este torneio é preciso ir muito além do que jogar bonito e fazer a melhor campanha.



quinta-feira, 1 de maio de 2008

Com cara de Corinthians!

Deu a louca no Corinthians! Apoiado por mais de 50 mil pessoas, o Timão atropelou o Goiás no jogo de volta pela Copa do Brasil e fez 4x0 ainda no primeiro tempo, garantindo vaga nas quartas-de-final.

Em menos de trinta minutos, o Corinthians fez o placar. Diogo Rincon (2), o ótimo lateral André Santos e Herrera marcaram os gols do alvinegro, que chupou uva no fim do jogo (na foto, Felipe comemora), respondendo as provocações goianas.

Deu a louca no Romerito!

Em Recife, Romerito fez três gols e o Sport goleou o Palmeiras por 4x1. É o fim do sonho da tríplice coroa alviverde, além de uma ducha de água fria no melhor time do Brasil. Agora resta ao Verdão confirmar a conquista do Paulistão, domingo, contra a Ponte Preta.

Engraçado é ver a mudança de humor do técnico Vanderley Luxemburgo. Sempre cheio de brincadeiras com a imprensa, nesta quarta-feira ele distribuiu respostas atravessadas ao repórteres, que questionavam a derrota alviverde.

Batalha campal!

No famoso clima de Libertadores, São Paulo e Nacional (URU) empataram por 0x0. O futebol não foi o destaque da partida e, sim, as entradas violentas. Muitas faltas, carrinhos e encontrões, e pouquíssimos cartões amarelos e nenhuma expulsão. Para o São Paulo, o resultado não foi dos piores, já que decide a vaga no Morumbi.

Nas poucas vezes que a bola rolou sem violência, o Tricolor poderia ter vencido. Mas Alex Silva, Eder Luis e Borges perderam chances incríveis de sair do Uruguai com a vitória.

Que injustiça!

O Boca Juniors (ARG) venceu o Cruzeiro em La Bombonera por 2x1. O resultado foi bom para o time celeste, que contou com muita, mas muita sorte! Somente o Boca jogou, com jogadas ofensivas e muitas chances criadas por Riquelme, Dátolo, Palacio e Palermo. O time argentino fez 2x0. mas as chances de ampliar eram perdidas uma a uma.

No final, o volante Fabrício 'achou' um gol do meio da rua e descontou para o Cruzeiro, que poderia ter levado uma goleada histórica, mas volta à Minas com chances de tirar o bicho-papão da Libertadores.

América carioca!

Os times do Rio de Janeiro fizeram bonito nas partidas de ida das oitavas-de-final da Libertadores. No México, o Flamengo ainda poupou alguns jogadores, mas dominou a partida e fez 4x2 no América (MEX) e está com as duas mãos na vaga.

Já o Fluminense, dono da melhor campanha do torneio, venceu o Nacional (COL) poe 2x1, com gols de Thiago Neves e Conca, e também deve passar para a próxima fase sem grandes problemas.




quarta-feira, 9 de abril de 2008

Comemoração inusitada embala o Cúcuta


Ontem, o Cúcuta (COL) venceu o San José (BOL) por 4x2, na altitude boliviana, e garantiu a classificação no grupo 6, que conta com o Santos.

O resultado foi normal e não mereceria mais que uma simples nota. Mas o que ganha destaque é o modo peculiar como o atacante Matias Urbano, do Cúcuta, comemora seus gols.

O artilheiro marcou três vezes no confronto e festejou todos da mesma forma: deita-se no chão e faz um impulso com as costas, levantando do chão e caindo novamente, em um movimento repetido algumas vezes.

Veja os gols e as comemorações no vídeo acima!

Pois é, quando você pensa que já viu de tudo no futebol ...

Outros resultados de ontem:

Atlas (MEX) 3 x 1 Boca Juniors (ARG)
E o tradicional time argentino corre perigo!

Libertad (PAR) 3 x 1 LDU (EQU)

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Quem deve temer a altitude?

A Conmebol definiu ontem sua posição favorável ao jogos em lugares 2.700 metros acima do nível do mar, tanto para jogos de clubes quanto de seleções. A decisão é polêmica, uma vez que a FIFA já havia se colocado contrária a jogos na altitude.

Mas a questão é: a altitude é realmente um problema? Logicamente que nenhum time é imbatível só pela altitude, senão Bolívia e Peru, e até Equador, estariam em todas as Copas e seus times iriam muito bem na Libertadores, o que não é o caso.

Para os clubes de 'baixo', jogar nas alturas de La Paz ou Cuzco é algo, por que não dizer, cruel. O ar é rarefeito, o pulmão não está acostumado e as pernas não rendem o esperado. Sem contar os riscos de desmaios, já a questão de possibilidade de morte para mim é exagero, mesmo com toda essa história envolvendo o Flamengo e laudos de médicos da Bolívia.

No entanto, quem deve temer de verdade a altitude são os países que brigam por ela. Sim! Um exemplo claro ocorreu nessa terça-feira, quando o Santos humilhou o San José da Bolívia por 7 a 0, e poderia ter sido 10. Mas aí você checa a tabela e vê que o outro jogo, foi 2 a 1 pros bolivianos, ajudados pela altitude.

Os times bolivianos, peruanos, equatorianos, ou seja, os Altitude F. C. não percebem que o seu maior trunfo é justamente o que está atrasando-os. Pois eles não se preocupam em evoluir no futebol, pra quê? O San José bateu o poderoso Santos, ou seja, é um time bom, pensam eles. Mas a coisa não é assim! O time do San José, se disputar o Paulistão, é rebaixado, sem dúvidas.

A evolução futebolística é algo que todos devem buscar. A Venezuela conseguiu, os times do país estão mais competitivos e a seleção pode figurar na Copa de 2010, algo que não seria nada estranho. Enquanto os clubes e seleções se apoiarem na altitude, o futebol deles continuará lá embaixo.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Flu cala os críticos! Inclusive eu...

O Fluminense iniciou o ano com um projeto ousado, sonhando com o inédito título da Libertadores. Para isso, investiu pesado e trouxe jogadores de renome, como Dodô, Washington e Leandro Amaral.

Junto com os reforços, vieram as previsões, quase sempre nebulosas para o Tricolor. Inclusive minhas, diga-se de passagem. A junção de craques recém-contratados e a falta de tradição no torneio fizeram todos duvidarem na campanha do Flu na Libertadores.

Após quatro jogos, porém, tudo mudou. A tal guerra de egos entre as estrelas não aconteceu e o Fluminense passou pelo 'grupo da morte', tido como o mais difícil da competição. Foram três vitórias, sendo uma goleada histórica contra o Arsenal (ARG) e um empate, garantindo a vaga antecipadamente.

Na Libertadores, todos sabem que o buraco é mais embaixo. Mas Renato Gaúcho conseguiu passar aos atletas as dificuldades da competição. A primeira etapa, inclusive, já foi concluída com êxito.

Agora o Fluminense espera pelo mata-mata. E aí o buraco é mais embaixo ainda. Vêm por aí muitos adversários acostumados a confrontos deste tipo, pressões em estádios acanhados ou grandes caldeirões.

Mas por enquanto (vejam só, POR ENQUANTO), o Flu tem muito o que comemorar. Já está incluso no seleto grupo dos melhores times da América!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Fluminense e seus milhares de desejos

O Fluminense conquistou a Copa do Brasil de 2007 e, enfim, conseguiu voltar à Copa Libertadores, objetivo do clube desde sua última participação, em 1985. Com a vaga assegurada, a missão agora é montar um time forte para a competição.

Com um mandato vitorioso, Roberto Horcades foi reeleito presidente do Fluminense. O técnico Renato Gaúcho, por sua vez, deu uma nova cara ao time, que fez um bom Brasileirão. E agora o assunto volta a ser os reforços para o torneio sul-americano.

E as especulações não são poucas. O novo alvo do Tricolor Carioca é o goleiro Bruno (foto), do rival Flamengo. O plano do Flu é contar com a ajuda do Milan (ITA), que contrataria o arqueiro e o emprestaria. Com isso, o Fluminense só arcaria com os salários do atleta.

Outros goleiros também já foram 'ventilados' nos lados das Laranjeiras. O bom Felipe, do Corinthians, e o experiente Sílvio Luís, encostado no Vasco, também já foram comentados.

Para a lateral-esquerda, o principalmente nome é Léo, ex-Santos e que atualmente defende o Benfica (POR). Para a posição de volante, o ex-corintiano Fabinho, hoje no Tolouse (FRA) pode chegar. O paraguaio Gavilán, do Grêmio, também é um possível reforço.

Ainda no meio-de-campo, muitos nomes são comentados para auxiliarem Thiago Neves na armação do time. O colombiano Ferreira, do Atlético-PR, é o mais próximo de chegar. O argentino Darío Conca, emprestado pelo River Plate (ARG) ao rival Vasco, está nos planos.

O ataque é o setor mais especulado. Após fraco rendimento de Alex Dias, Soares e companhia, surgem novos nomes a cada dia. O artilheiro dos gols bonitos, Dodô, do Botafogo, é o que está mais próximo de chegar. O goleador Washington, ex-Atlético-PR e atualmente no Japão, também está quase certo.

Outros atacantes seguem sendo comentandos. O vascaíno Leandro Amaral saiu dos planos após uma possível renovação de contrato com a equipe cruzmaltina.

O novo sonho da diretoria tricolor é o colombiano Falcão García, do River Plate (ARG), que participou da eliminação do Botafogo na Copa Sul-Americana deste ano.

Especulação é o que não falta nos lados das Laranjeiras. Resta saber se será possível contratar todos esses jogadores e se dará tempo de formar um time vencedor para o Fluminense conquistar a tão sonhada Libertadores!

Você acha que o Fluminense pode chegar ao título continental? Dê sua opinião.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Brasileiros se dão mal nas partidas de ida da Sul-Americana

Os times brasileiros iniciaram mal as quartas-de-final da Copa Sul-Americana. Em casa, o São Paulo perdeu muitos gols e foi surpreendidos pelo Millonarios, da Colômbia, por 1x0. O Vasco, por sua vez, não conseguiu segurar o América-MEX, fora de casa, e saiu derrotado por 2x0. As partidas de volta acontecem daqui duas semanas.
Jogando no Morumbi, o São Paulo perdeu pela terceira vez seguida, fato que não acontecia desde 2004. No maior estilo "quem não faz, toma", o resultado não refletiu o que foi o jogo e complicou a vida do Tricolor na competição.
Após um primeiro tempo morno, o São Paulo voltou bem para o segundo tempo e teve inúmeras chances claras para marcar, mas esbarrou na má pontaria de seus jogadores. Aloísio, Júnior, Diego Tardelli e Souza desperdiçaram grandes oportunidades. Quando o empate parecia certo, o Millonarios acertou um contra-ataque e, na única vez que foi à frente, marcou o seu gol.

No México, o Vasco bem que tentou segurar o ímpeto do América, mas não conseguiu. O time carioca começou bem a partida e teve um pênalti claro, sobre Leandro Amaral, não marcado. O jogo, então, ficou violento, com entradas fortes das duas equipes.

No segundo tempo, o América abriu o placar de cabeça, com Davino. O zagueiro Júlio Santos, do Vasco, foi expulso após uma jogada perigosa, considerada como agressão pelo árbitro. Depois, em um ataque pela direita, o América fez o segundo, com López.

No jogo de volta, o São Paulo vai até a Colômbia, tendo que vencer o Millonarios por qualquer placar. 1x0 leva a decisão para os pênaltis e qualquer outra vitória dá a classificação ao Tricolor.

O Vasco receberá o América em São Januário, precisando vencer por dois ou mais gols para seguir na Copa Sul-Americana. Os jogos estão marcados para o dia 24 de outubro.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Botafogo entrega classificação para o River Plate

O Botafogo fez o mais difícil. Após vencer o jogo de ida da Copa Sul-Americana contra o River Plate por 1x0, iniciou o jogo de volta, na Argentina, com a vantagem do empate. Mas, muito apático, permitiu uma grande virada do River e perdeu por 4x2.
A vantagem inicial do Botafogo era boa. Para melhorar, o time conseguiu um gol nos primeiros minutos, com o meia Lúcio Flávio. Com isso, a vantagem aumentou e o Botafogo estava com a vaga nas mãos. Mas a tranquilidade brasileira durou apenas 31 minutos, já que o Fogão tomou um gol do colombiano Falcão, empatando a partida.
Logo na sequência, o meia Zé Roberto pisou em Ahumada e levou o segundo cartão amarelo, deixando o time carioca com um jogador a menos. Restava ao Botafogo suportar a pressão argentina no Monumental de Nuñez. E assim foi até o fim do primeiro tempo.
No segundo tempo, o Botafogo entrou acordado e conseguiu marcar o segundo gol com o atacante Dodô, em um rápido contra-ataque. Para ajudar o time brasileiro, dois jogadores do River Plate foram expulsos na sequência. Com um gol de vantagem e um jogador a mais, a vaga era quase do Botafogo.
Quase. Porque assim como na semi-final da Copa do Brasil e na final do Campeonato Carioca, o time ficou no quase. Mesmo com um jogador a menos, o River avançou e começou uma forte pressão em cima do Fogão. O gol de empate não demorou e foi, de novo, de Falcão. O Botafogo sentiu o golpe e sumiu na partida.
O terceiro gol argentino, então, foi questão de tempo. Ríos completou um cruzamento de Ortega e virou para o River, que ainda precisava de mais um gol para se classificar. Apoiado pela torcida, o time argentino atacava o tempo todo e o Botafogo, apático, só se defendia. Até quando não conseguiu mais. Aos 47 minutos, Falcão aproveitou cruzamento, fez seu terceiro na partida e deu a classificação ao River Plate.
Mais uma desilusão para o torcedor botafoguense, que não vê o bom futebol do time em 2007 ser convertido em título. O sempre polêmico dirigente Carlos Augusto Montenegro estava transtornado após a partida. "Não quero olhar na cara de nenhum jogador, eles foram uns covardes, não honraram essa camisa. Vou multar todo mundo que jogou em 30% do salário", comentou o dirigente, buscando apoio jurídico para agir com rigor.
O técnico Cuca chegou a pedir demissão, que não foi aceita pelo dirigente. Mas mesmo assim o Fogão corre o risco de ficar sem treinador nas próximas horas.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Palermo faz dois e derruba invencibilidade do São Paulo

O São Paulo não suportou a pressão do Boca Juniors em La Bombonera e perdeu por 2x1, ontem, na partida de ida das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana. Foi a primeira derrota tricolor em 16 jogos. O resultado, porém, não foi tão ruim, já que o São Paulo jogou mal e conseguiu seu gol aos 45 minutos do segundo tempo.

O destaque da partida foi o atacante Martin Palermo, autor dos dois gols argentinos, ambos de cabeça. O jogador, com certa limitação técnica, conta com grande poder de finalização e um posicionamento fantástico para marcar gols. Não à toa vai se tornar o maior artilheiro da história do Boca, faltando apenas 11 tentos para conseguir o feito.

Na partida, o São Paulo não repetiu o bom futebol do Brasileirão e foi dominado durante toda a partida. Os gols de Palermo premiaram um Boca melhor em campo, frente a um São Paulo sem poder ofensivo. E nem a defesa, ponto forte da equipe, foi tão bem quanto de costume, como na falha de Miranda no primeiro gol argentino. No segundo, Rogério poderia ao menos ter pulado, já que a cabeçada parecia defensável.

Outros dois jogadores tricolores, que andam sendo destaque no Brasileiro, atuaram muito mal. Coincidência ou não, Jorge Wágner e Richarlyson jogaram em posições alternadas e decepcionaram. Pela ala-esquerda, Richarlyson não acertou nenhuma jogada ofensiva, enquanto Jorge Wágner embolava o meio-de-campo e não armava jogadas.

No fim, o Tricolor "achou" um gol em um chutão, aproveitado por Borges. O gol deu chances do São Paulo reverter o resultado na partida de volta, que será realizada no Morumbi na próxima quarta-feira.


Outros jogos:

Os times brasileiros saíram em desvantagem nos jogos de ida contra os argentinos na Copa Sul-Americana. Com uma vitória (do Botafogo) e três derrotas (São Paulo, Vasco e Goiás), os times brasileiros terão dificuldades para reverter os placares nas partidas de volta, marcadas para a próxima semana.

Contando com o apoio da torcida no Engenhão, o Botafogo venceu o River Plate por 1x0, com um golaço de Joílson. Agora o time carioca leva vantagem à Argentina. Mas deve ter vida dura, já que o River joga muito melhor dentro de casa.

Em um campo sem condições para a prática do futebol, o Vasco perdeu por 2x0 para o Lanús, na Argentina. Sílvio Luís ainda defendeu um pênalti, mas não evitou a derrota. O resultado foi péssimo para as pretensões vascaínas, que tentarão virar o placar em São Januário.

O Goiás, por sua vez, continua caindo de rendimento. Foi derrotado em pleno Serra Dourada pelo Arsenal, por 3x2. Os dois gols goianos foram marcados em faltas cobradas pelo "faz-tudo" Paulo Baier.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Ninguém quer o meia Riquelme. Você quer?

O craque argentino Juan Riquelme ainda está sem clube. Com seu passe ligado ao Villareal, da Espanha, o jogador aguarda por propostas para deixar a equipe espanhola, já que não será aproveitado pelo técnico Manuel Pellegrini.

O Boca Juniors, único clube onde Riquelme realmente conseguiu jogar um bom futebol, parece ser novamente o destino do meia. Em declarações à imprensa argentina, o craque disse que jogaria por 3 anos no clube e receberia apenas durante 2 anos. Ou seja, jogaria o terceiro ano de graça.

Mas tudo não passa de estratégia de Riquelme e de seu empresário, que querem o apoio da torcida na negociação e, assim, assinaríam o novo contrato, com o jogador ganhando cerca de dez vezes mais que o teto salarial argentino.

Essa é a última cartada de Riquelme, já que não há propostas por seu futebol. O Tottenham, clube mediano da Inglaterra, disse que não está interessado no argentino e que as notícias sobre sua contratação não passavam de especulações.

Não há dúvidas que Riquelme é um craque. Um craque do Boca Juniors. É impressionante como o meia não consegue desempenhar o bom futebol nas outras equipes por onde passou, como o Villareal e o Barcelona, ambos da Espanha, e a própria seleção argentina, onde é sempre muito cobrado, mas não brilha como no clube de La Bombonera.

O jogador, inclusive, já declarou mais de uma vez que não pretende mais atuar pela seleção da Argentina, pois diz que sua família (em especial a sua mãe) sofre demais com as críticas ao seu futebol abaixo da média com a camisa 10 dos hermanos.

No final das contas, Riquelme deverá fechar contrato novamente com o Boca Juniors e continuar brilhando por lá. E, apesar da possibilidade de fracasso, caso algum clube brasileiro investisse na contratação do meia, contaria com grande expectativa da torcida e da imprensa.

Não há como prevermos o futuro, mas aqui o meia também faria sucesso, já que não precisa ser nenhum craque para se destacar no futebol brasileiro atual, fadado à saídas precoces de grandes promessas e contratação de jogadores de sucesso, em final de carreira.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Sem Willian, desespero corintiano pode voltar

O Corinthians foi derrotado por 3x1 pelo Botafogo, ontem, no Maracanã, em partida válida pela Copa Sul-Americana. Os gols da equipe carioca foram feitos por Reinaldo, em sua reestréia, Lúcio Flávio e André Lima, em sua despedida, já que está de malas prontas para atuar no Hertha Berlim, da Alemanha. O Timão diminuiu com o garoto Dentinho, deixando uma ponta de esperança para o jogo de volta.

Com um Botafogo empolgado e querendo recuperar a boa fase, o Corinthians pouco, ou nada, pôde fazer para evitar a derrota. Era evidente a falta do camisa 10 da equipe durante toda a temporada, o meia Willian, negociado com o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.

Apesar de ter apenas 18 anos, o meia era o responsável pela criação das jogadas do Corinthians neste Brasileiro. No período que esteve fora, na Seleção Brasileira Sub-20, viu o time entrar na zona de rebaixamento e só sair da incômoda posição após o seu retorno.

O meia, aos poucos, se soltou e passou de promessa à realidade no Timão. Mas em um time repleto de dívidas e com uma enorme confusão interna, não conseguiu ficar muito tempo. Foi vendido por US$ 19 milhões e deixou o Corinthians carente de meias.

E quando digo carente, não quero dizer que não tem nenhum outro jogador com a qualidade técnica de Willian, que é um jogador rápido, driblador, com visão de jogo e toque de bola refinado. Percebe-se, de longe, que trata-se de um grande jogador, a ser trabalhado para tornar-se um craque.

Mas quando falo que o Corinthians ficou carente após a sua saída, é porque o time não conta com outros meias. No elenco corintiano, Rosinei é quem mais se aproxima da posição de meia, apesar de sempre ter jogado mais recuado. Até o lateral Gustavo Nery tem desempenhado a função de meia, sem sucesso, apesar dos dois gols marcados em seu retorno.

No começo da semana, o Timão acertou a contratação do desconhecido meia Aílton, que estava no México. Com 30 anos de idade, o jogador não passou por nenhum time profissional brasileiro e não se destacou na equipe mexicana do Pumas. É uma aposta, desesperada, de encontrar um novo meia.

Fato é que, sem Willian, o Corinthians volta a ter o time fraco e sem criação, no mesmo nível de Náuticos, Juventudes e Américas. Por isso, o mau futebol pode tornar-se desespero e trazer à tona o grande mal do Corinthians nos últimos anos: o fantasma do rebaixamento.


Em tempo...

O Cruzeiro venceu o Goiás, ontem, por 1x0, mas está fora da Copa Sul-Americana. O time mineiro havia perdido o primeiro jogo por 2x0 no Serra Dourada, na semana passada. Hoje, jogam São Paulo e Figueirense, definindo que enfrentará o Boca Juniors na próxima fase.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Afinal, para que serve a Copa Sul-Americana?

O Corinthians estréia hoje, diante do Botafogo, na Copa Sul-Americana. A partida será realizada no Maracanã, às 21h45. O São Paulo, por sua vez, receberá o Figueirense amanhã, no segundo jogo do mata-mata internacional. Além dessas partidas, Goiás, Cruzeiro, Vasco e Atlético-PR são os outros brasileiros no torneio.

Mas, afinal, para que vale a Copa Sul-Americana? O campeonato, em formato de mata-mata, ideal para muitas emoções e decisões eletrizantes, não agradou os clubes e torcedores brasileiros.

A vaga no torneio continental já se tornou uma espécie de prêmio de consolação para equipes com rendimento médio no Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, as mesmas equipes que "comemoraram" a classificação, reclamam do calendário cheio e colocam times reservas para a disputa da competição, sendo eliminados logo nas primeiras fases.

Realizado desde 2003, o torneio nunca teve uma equipe brasileira como campeã. Mas a Copa Sul-Americana serve, sim, para um maior contato e adapatação ao futebol praticado em competições continentais. O Internacional, por exemplo, foi eliminado pelo Boca Juniors, que era comandado por Carlitos Tevez (foto) na época, em 2005, mas ganhou a experiência ideal para tornar-se campeão da Copa Libertadores do ano seguinte.

Fórmulas para deixar a Sul-Americana mais atraente não faltam. A sugestão mais comentada é o campeão ter direito a uma vaga no Mundial da Fifa. Mas seria injusto, já que seria um caminho muito mais fácil do que a conquista da Libertadores.

Outra alternativa, essa muito mais viável e justa, é uma vaga para a própria Copa Libertadores do ano seguinte. Desta forma, a competição seria atraente e deixaria ser apenas um prêmio de consolação e mais uma maneira de fazer o torcedor conformar-se com as campanhas medianas de seus clubes no Brasileirão.