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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Keirrison troca o Palmeiras pelo Barcelona

Após 35 jogos e 24 gols, termina a curta passagem do atacante Keirrison (foto) pelo Palmeiras. O jogador está acertando sua transferência para o todo poderoso Barcelona (ESP).

O empresário do jogador e a cúpula da Traffic, empresa detentora dos direitos do K9, estão na Espanha definindo os últimos detalhes da negociação, que deve girar em torno de 16 milhões de euros.

Keirrison teve uma relação de amor e ódio com os palmeirenses. No começo, foi adorado pelos gols marcados. Depois foi acusado de evitar divididas e 'se esconder' em jogos decisivos e clássicos. Chegou, inclusive, a ser chamado de 'Pipokeirrison'.

Mas o talento do jovem atacante jamais foi colocado em dúvida. Finalizações certeiras, rapidez de raciocínio e muita velocidade marcam o futebol de Keirrison, que é mais um a deixar o futebol brasileiro muito cedo.

No entanto, não deve nem jogar no Barça. A exemplo do zagueiro Henrique, deve ser emprestado para outro clube europeu para adquirir experiência. O Valencia (ESP) é um dos candidatos a receber o atacante, em negociação envolvendo o espanhol David Villa.

E o Palmeiras terá que se virar para se reforçar o quanto antes. Ou vai se contentar com um ataque formado por Obina e Ortigoza?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Que machão, hein!

No empate em 2x2 entre Botafogo e Flamengo, no primeiro jogo da final do Campeonato Carioca, o destaque ficou para a bronca do lateral Juan com o meia Maicossuel, do Fogão. Clique aqui e veja o lance!

O atleta rubro-negro ficou nervoso com um drible desconsertante do adversário. Após fazer a falta, Juan ainda abaixou-se e xingou (muito) Maicossuel. Segundo o lateral, houve falta de respeito por parte do botafoguense, que ganhava a partida por 2x1.

O pior é que o drible de Maicossuel nada teve de desrespeitoso. Foi uma finta linda, que fez o defensor rubro-negro balançar e passar reto. E, além de tudo, foi objetivo, já que deixaria o adversário para trás.

O cartão amarelo para o camisa 6 do Flamengo ficou barato. E muito barato! Se o árbitro fosse rigoroso, expulsaria o jogador pelo excesso de valentia. E, por quê não, pela falta de futebol, já que Juan deixou as boas atuações em 2008!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Sai pra lá, urucubaca!

Por essa, nem o mais pessimista dos são-paulinos esperava. Em uma brincadeira no treino de hoje à tarde, Rogério Ceni fraturou o tornozelo esquerdo e precisará fazer uma cirurgia. A estimativa é que o capitão tricolor volte aos gramados só daqui quatro meses.

Assim, o goleiro está fora das finais do Campeonato Paulista e da Libertadores. Um pesadelo para o torcedor.

Parece que uma nuvem negra sobrevoa Rogério Ceni. O arqueiro não anda nada bem. Vive uma das piores fases de todos os seus 18 anos como goleiro.

Na partida contra o São Caetano, saiu mal nos lances dos dois gols do Azulão. Na quinta-feira, pela Libertadores, tomou um frangaço do Defensor do Uruguai e ontem, contra o Corinthians, quase deu a classificação de mão beijada para os rivais. Além disso, ele já havia sofrido duas lesões musculares e falhado feio no jogo contra o Bragantino. Tudo isso, só na temporada 2009.

Com esse revés, surge a pergunta: apesar da importância de Rogério, será que não é hora do São Paulo começar a pensar em lançar um goleiro?

Durante esse tempo em que o camisa 1 ficar fora, será difícil confiar em Bosco, um goleiro que jogou pouquíssimo nos últimos quatro anos e que já está numa idade avançada. Surge a possibilidade de Muricy escalar o jovem Dênis, de 21 anos.

Dênis chegou no começo do ano, vindo da Ponte Preta e teve a chance de estrear já no seu tereiro dia de clube, na vitória sobre a Portuguesa, no Canindé. O goleiro foi bem e deixou técnico, dirigente e torcedores animados.

Outra opção do São Paulo é contratar um goleiro, mas que goleiro? O que você faria se estivesse no lugar de Muricy?

ATUALIZAÇÃO: Rogério Ceni já passou pela cirurgia e os médicos constataram que, além da fratura, o goleiro também sofreu ruptura do ligamento interno do tornozelo. O prazo para voltar a jogar aumentou e agora será de, no mínimo, seis meses. Péssima notícia para os tricolores.

domingo, 12 de abril de 2009

Vantagens revertidas


As emocionantes semifinais do Paulistão começaram quentes. Santos e Corinthians, que jogaram em casa, venceram e reverteram a vantagem de Palmeiras e São Paulo, respectivamente.

No sábado, o Peixe e Verdão fizeram o melhor jogo do campeonato até aqui. O Palmeiras saiu na frente logo no início, com um gol de Keirrison. O que se viu depois foi uma partida rápida e aberta. O Santos se lançou ao ataque e o Verdão explorava os contra-ataques. Na pressão, o matador Kléber Pereira empatou após cobrança de escanteio.

Na segunda etapa, o jovem Neymar, apagado até então, fez boa jogada e virou para o Peixe. O ritmo do jogo diminuiu e o Palmeiras voltou a atacar, esbarrando na ótima partida do goleiro Fábio Costa, melhor em campo.

Do lado verde, destaque para Diego Souza, novamente muito bem em campo. O lado negativo fica de novo com Keirrison, sumido ao longo dos 90 minutos. No final, 2x1 para o Santos e vantagem revertida.

Neste domingo, Corinthians e São Paulo fizeram outra bela partida, bem ao estilo das duas equipes: um jogo brigado. O confronto já começou quente, com uma entrada forte de Ronaldo em André Dias. O Fenômeno levou apenas cartão amarelo, gerando reclamações tricolores.

Com bola rolando, só o Corinthians jogava. O São Paulo marcava e mantinha-se atrás. Mas em sua marca registrada, o Tricolor abriu o placar. Após cobrança de falta, Miranda, impedido, marcou de cabeça. No lance, o Timão reclamou também de uma falta do camisa 5 do São Paulo em Chicão. No mesmo lance, o São Paulo pediu pênalti em Washington.

O Tricolor, porém, não teve tempo de comemorar. Logo em seguida, o Corinthians empatou. Elias, o melhor jogador em campo, fez bela jogada individual e igualou. A primeira etapa ainda teve duas chances claras para o São Paulo. Borges perdeu cara-a-cara com Felipe e Elias salvou uma cabeçada de Miranda em cima da linha.

No segundo tempo, a superioridade corintiana seguiu e foi ampliada com a expulsão de André Dias. A partir daí Rogério Ceni entrou em cena, alternando bons e péssimos momentos. Primeiro, salvou gol certo de Ronaldo. Depois, soltou bola fácil de Douglas, que bateu na trave e não entrou. Voltou a ganhar crédito fazendo bela defesa em chute de Elias, mas quase entregou novamente em cobrança de falta de Chicão.

Quando parecia que o empate seria o placar final, Jorge Wagner perdeu uma bola fácil na intermediária e Cristian, de fora da área, fez um belo gol para dar a vitória e a vantagem ao Timão. Nada bonita, no entanto, foi a comemoração do corintiano, mostrando o dedo médio para a torcida são-paulina.

Agora Santos e Timão jogam fora de casa, mas com a vantagem do empate para chegar à decisão. No próximo final de semana, novos clássicos eletrizantes defirão os finalistas do tal “Paulistinha”, que ganha grande emoção no mata-mata!

quinta-feira, 26 de março de 2009

O Dez na de dez

O Banco Central da Argentina (BCRA) divulgou nesta semana que pretende mudar os rostos que estampam as cédulas do Peso Argentino. Entre as novas personalidades que podem figurar nas notas está, claro, Diego Maradona.

Juan Carlos Barron, o porta-voz do Círculo Filatélico y Numismático de Santiago do Estero- uma espécie entidade especializada em dinheiro - disse que a intenção da mudança é meramente turística. Por exemplo, se um turista chega ao país, não sabe quem é Belgrano, Roca ou San Martín, personagens importantes na história da Argentina, mas sem apelo internacional. Já Maradona é reconhecido em qualquer lugar do mundo.

Imagina se a moda pega aqui no Brasil e resolvam colocar brasileiros famosos internacionalmente no papel moeda? Quem você colocaria nas notas? Pelé? Ayrton Senna? Ronaldo? E quais cédulas cada um estamparia? De suas sugestões.

Montagem: Bruno Diniz

segunda-feira, 16 de março de 2009

O terceiro raio?

Quando Robinho surgiu no Santos, em 2002, a torcida alvinegra profetizou: o raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar. A referência era ao nascimento de mais um craque diferenciado, de valor mundial e que faria muito sucesso. O primeiro havia sido o Rei Pelé, eterno camisa 10 da Vila Belmiro, campeão de tudo com Santos na década de 60.

Robinho, por sua vez, usou o número 7 e fez sucesso. Colocou o Santos novamente em destaque no futebol nacional e até sul-americano, deu dois títulos brasileiros e foi para a Europa. Na Vila, os santistas lamentavam a passagem de mais um "cometa", que aparecia de anos em anos no clube praiano.

Mas parece que desta vez não vai demorar 30 anos para cair um novo raio. O jovem Neymar (foto), lapidado desde sua infância pelo Santos, é a nova aposta para ser o terceiro raio na Vila. Pinta de craque não falta ao jovem, que tem apenas 17 anos , apareceu na Copa São Paulo deste ano e é dono de um corpo franzino, muito parecido com o de Robinho.

Ontem, contra o Mogi Mirim, Neymar começou sua primeira partida como profissional do Santos. Mostrou a habilidade de sempre, o toque de bola diferenciado e animou os santistas. De quebra, fez um gol e levou os torcedores presentes no Pacaembu ao delírio. Será o terceiro raio? Mais um craque surgindo nos gramados da Vila Belmiro?

A comparação com Robinho é inevitável. Tanto pelo porte físico, quanto pelo estilo de jogo. Os dribles, a visão de jogo e o atrevimento são realmente parecidos. Neymar, porém, parece ser mais completo que Robinho, quando o mesmo surgiu no Brasileirão de 2002. Ele sabe finalizar e bate até faltas.

Tem potencial para ser um craque. Aliás, tem muito potencial e não deve escapar de um futuro brilhante no futebol. Contudo, é preciso ter muito cuidado com o jovem. Não queimar etapas e, principalmente, não cobrar e nem jogar toda a responsabilidade nas costas do garoto, passam a ser os objetivos do Santos para receber o terceiro raio!

sexta-feira, 13 de março de 2009

O tal time ideal...

Rogério Ceni; Renato Silva, André Dias e Miranda; Zé Luís, Jean, Hernanes, Jorge Wágner e Júnior César; Borges e Washington. Após um começo de temporada questionável e algumas reclamações do torcedor, o técnico Muricy Ramalho parece ter encontrado a formação ideal para o São Paulo atuar em 2009.

Nas duas últimas apresentações com a mesma escalação, o São Paulo fez as suas melhores apresentações no ano, contra América (COL) e Mirassol. Nada de futebol bonito, mas o estilo de jogo consistente, que foi a marca do Tricolor desde a chegada de Muricy, em 2006.

A marcação segue forte e, enfim, parece que a criatividade resolveu dar as caras. Nenhum gênio foi contratado, nem ao menos o tal camisa 10 tão pedido pela torcida. Mas uma simples mudança parece ter feito a diferença: a entrada do lateral Júnior César.

Rápido e bastante ofensivo, o ala agarrou a vaga e não deve mais deixar o time. Tem participado de uma boa parte dos gols da equipe, chegando à linha de fundo, coisa raríssima até então. Jorge Wágner foi deslocado para a meia e deu outro ritmo ao setor.

Quem perdeu espaço foi Hugo. Antigo meia titular, o jogador não estava agradando e não deve voltar ao time tricolor. Dagoberto também perdeu muitos pontos com o treinador com as recentes más atuações, além de ver a dupla de ataque Borges-Washington fazer sucesso.

Resumindo, o São Paulo parece encontrar o caminho das pedras. Não com aquele futebol de encantar os olhos, mas com o time do jeito que Muricy gosta: defendendo-se muito bem, trabalhando a bola e explorando a força dos atacantes. É o estilo de jogo que o treinador vê como ideal para chegar às finais da Libertadores.

E você, acha que o Tricolor já está pronto para as pedreiras da Libertadores ou ainda precisa evoluir?

domingo, 8 de março de 2009

Iluminado!

Craque. No dicionário, esta palavra é definida como jogador de futebol que se tornou célebre; indivíduo ou coisa admirável pela excelência ou perfeição; ás. Nos gramados, porém, o sinônimo de craque pode ser apontado como Ronaldo Fenômeno.

No clássico entre Corinthians e Palmeiras neste domingo, o camisa 9 do Timão saiu do banco de reservas para, aos 48 minutos do segundo tempo, empatar o jogo e mostrar: o Fenômeno está realmente de volta.

O gol não foi ao estilo de Ronaldo. Não foi em uma de suas arrancadas características, pelo contrário. Foi de cabeça, algo raro em sua carreira. Mas valeu como um gol de Copa do Mundo. A comemoração, subindo (e quebrando) no alambrado e vibrando com a Fiel, mostrou a importância daquele gol para o Fenômeno.

Ronaldo, entretanto, começou entre os reservas. Viu um primeiro tempo fraco tecnicamente, também por causa do forte calor na cidade de Presidente Prudente. O Corinthians começou melhor, mas não assustou o goleiro Bruno. O Palmeiras logo equilibrou as ações e começou a dominar a partida, criando a melhor chance de gol, em cabeçada de Maurício Ramos, em que o goleiro Felipe fez bela defesa.

No início da segunda etapa, porém, um erro feio do arqueiro alvinegro. Após passe de Keirrison, Felipe saiu mal do gol, foi encoberto e a bola sobrou para Diego Souza. Tranquilo, o meia driblou o goleiro e bateu para abrir o placar para o Verdão.

O técnico Mano Menezes não esperou para agir. Colocou Dentinho no lugar de Souza e melhorou o ataque do Timão. Do outro lado, Luxemburgo logo tirou o autor do gol, Diego Souza, para colocar Willians e apostar nos contra-ataques. Aos 15 minutos, a alteração que todos esperavam: Ronaldo entrou em campo, substituindo o fraco argentino Escudero.

E aí o jogo mudou. O Corinthians foi para cima, em busca do empate. O Fenômeno, diferente da última quarta-feira, entrou bem, movimentando-se e buscando a bola. Nos contra-ataques, o Palmeiras poderia ter matado o jogo com Keirrison em duas oportunidades, mas não aproveitou.

Ronaldo, então, começou a mostrar suas cartas. Primeiro, um drible no meio-campo, sem sucesso na hora do passe. Depois, um belíssimo chute de fora da área, explodindo no travessão. Mais tarde, um drible e uma boa jogada na linha de fundo, que quase resultou em gol de André Santos.
No finalzinho, com a impressão que o Palmeiras já era o vencedor da partida, o árbitro Wellington Abade deu 4 minutos de acréscimos. Tempo suficiente para animar os corintianos. Após boa chance de Elias, um escanteio. Douglas cobrou aberto, o goleiro Bruno falhou e Marcão subiu menos que Ronaldo, que empatou de cabeça e fez a festa da Fiel.
Craque, predestinado, iluminado! Mas acima de tudo, merecedor de todo esse sucesso. Ronaldo é, sim, O CARA!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Uma volta fenomenal!

A vitória do Corinthians contra o Itumbiara, pela Copa do Brasil, foi o fato menos importante da noite de ontem. Isso porque Ronaldo Fenômeno finalmente voltou aos gramados do futebol brasileiro.

Foi o dia em que os corintianos ganharam companhia de palmeirenses, são-paulinos, santistas e torcedores de todo o Brasil. Por tudo o que já fez e conquistou, Ronaldo é querido por toda a nação e consegue acabar com as rivalidades. É fato: ninguém torce contra o Fenômeno!

Afastado do futebol desde fevereiro do ano passado e sem jogar por um clube brasileiro desde 1993, quando deixou o Cruzeiro, Ronaldo foi a atração da partida, que a bem da verdade, não passava de um jogo sem grande importância e que o Corinthians venceria sem problemas.

Desde o início da partida, as câmeras só focalizavam Ronaldo no banco. Ele conversou, riu e comemorou os gols corintianos. Mas a expectativa em torno do jogo era apenas essa: quando o Fenômeno entraria em campo. E o técnico Mano Menezes chamou o craque aos 20 minutos do segundo tempo, para delírio da torcida e dos jornalistas presentes.

Ao entrar em capo, via-se um camisa 9 ainda fora de forma, visivelmente despreparado para atuar em grande nível. Mas ninguém esperava ver o Ronaldo eleito três vezes melhor do mundo de volta. Pelo menos não agora. Ele ainda está acima do peso, lento e sem ritmo.

Mas o importante é que o Fenômeno correu, tentou se movimentar, deu alguns passes a até arriscou alguns dribles. Poderia ter consagrado sua volta aos gramados com um gol, mas o meia Douglas preferiu finalizar uma jogada a passar ao camisa 9, melhor posicionado.

Independente da vitória, da atuação ou da falta de gols, a volta de Ronaldo deve ser exaltada. Mais uma recuperação de um craque fenomenal, um dos maiores jogadores da história do futebol e um dos poucos capazes de unir corintianos, palmeirenses e são-paulinos!

Boa sorte, Ronaldo!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Que fome!

O Santos venceu o clássico contra o São Paulo na Vila Belmiro, neste domingo, por 1x0, e voltou ao G-4 do Paulistão. A polêmica da partida, no entanto, foi a reclamação recíproca da dupla de ataque tricolor, Dagoberto (foto) e Washington.

O lance em questão aconteceu aos 32 minutos do segundo tempo. Dagoberto driblou dois zagueiros e entrou na área. Ao seu lado, Jean e Washington pediam a bola, livres. O atacante são-paulino tentou finalizar a jogada sozinho e chutou em cima da zaga, facilitando a defesa de Fábio Costa e levando os companheiros à loucura.

Washington, visivelmente nervoso com a falta de jogo coletivo do parceiro de ataque, saiu de campo reclamando. Dagoberto, por sua vez, respondeu a altura e disse que também não gosta de algumas jogadas do camisa 9 e nem por isso sai fazendo críticas.

Na verdade, como diria o torcedor de forma bem popular, é muito gás para pouca Coca-Cola. Washington tem o direito de reclamar? Tem. Mas não anda com moral para isso. Desde que chegou do Fluminense, com status de estrela, não vem agradando. Tenta, em vão, fazer o papel de pivô. Além disso, tem feito poucos gols e criado muito pouco.

Dagoberto, por sua vez, é o único a tentar jogadas diferentes. Ele corre, volta para buscar o jogo e muitas vezes faz o papel que seria de Hugo, na armação das jogadas. Segue com o grande problema de querer enfeitar todos os lances e fazer apenas gols bonitos. Se jogasse um pouco mais simples, teria mais sucesso. E, mesmo assim, não é nem sombra da revelação que pintou no Furacão e chegou à Seleção Olímpica.

Diante do bate-boca dos dois atacantes, quem ganha (mais) espaço é o centroavante Borges que, suspenso, não esteve em campo. O camisa 17 não tem tanta publicidade, mas continua sendo o atacante mais efetivo do time do São Paulo, marcando gols importantes, como contra o Independiente, na estreia do Tricolor na Libertadores.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Fim de linha para Felipão no Chelsea

O Chelsea acaba de demitir o brasileiro Luiz Felipe Scolari (foto). O técnico, pentacampeão com a Seleção Brasileira em 2002, ficou apenas 7 meses à frente do time inglês e não suportou o empate dentro de casa contra o modesto Hull City, no último final de semana, que fez os Blues caírem para a quarta posição.

Na curta passagem pela Inglaterra, Felipão se envolveu em algumas confusões. O treinador chegou a ser questionado pelos líderes do elenco, como Terry e Lampard, sobre o seu estilo de jogo e, principalmente, a fraca carga de treinamentos da equipe.

Após uma boa passagem pela seleção de Portugal, o brasileiro coleciona o seu primeiro fracasso no Velho Continente. A demissão de Felipão reforça a ideia de que os treinadores brasileiros dificilmente se dão bem na Europa.

Antes dele, Luxemburgo saiu frustrado do Real Madrid, após fazer boa campanha à frente do time meregue e, mesmo assim, ser dispensado. Zico, comandando o Fenerbahce, foi quem conseguiu maior êxito. Mesmo assim, não ganhou moral suficiente para dar-lhe um lugar em uma equipe de maior expressão e agora treina o CSKA, da Rússia.

E você, acha que os treinadores brasileiros estão abaixo do nível do futebol europeu?

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A zebra está chegando!

O Santos repetiu o placar do jogo de ida e venceu novamente o Cúcuta (COL) ontem, na Colômbia, por 2x0. Com o placar, o Peixe está nas quartas-de-final da Copa Libertadores.

A partida foi tranqüila para o Santos, que poderia ter vencido por muito mais. O Cúcuta pouco ameaçou e foi presa fácil ao time alvinegro, principalmente após o gol de Kléber Pereira, no fim do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Peixe cadenciou ainda mais o jogo e Lima fez o segundo, celando a classificação santista. O próximo adversário do Santos é o América (MEX), algoz do Flamengo na competição.

A chegada do Santos nas quartas-de-final não deixa de ser uma surpresa. No começo da Libertadores, o time era tido como o mais fraco entre os brasileiros, muito atrás dos badalados Fluminense, Flamengo e São Paulo.

Em silêncio, a zebra santista está chegando e pode aprontar ainda mais na Libertadores.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

São Paulo é único sobrevivente da 'quarta brava'

O Brasil poderia ter cinco das oito equipes classificadas às quartas-de-final da Libertadores, que seria um feito inédito. E a quarta-feira seria fundamental para isso. Mas não foi um bom dia para o futebol brasileiro.

No Mineirão lotado, o Cruzeiro bem que tentou se impor diante do Boca Juniors (ARG). Mas não adianta, o time argentino está um grau acima dos demais no quesito mata-mata de Libertadores. Sabem jogar fora de casa e venceram novamente por 2x1.

Após a primeira baixa, a grande dúvida da noite era o São Paulo, que precisava ganhar do Nacional (URU) para avançar. O jogo do Tricolor foi aquele já conhecido, sem criatividade, mas sem os cruzamentos de Jorge Wágner, machucado. O estilo de jogo pragmático é a cara do São Paulo na temporada 2008.

Mas nada mais recomendável para uma Libertadores. Após cruzamento, Adriano abriu o placar e o time em nada se alterou. A dificuldade de saída de bola e a falta de criatividade no meio-de-campo continuavam. Mas a boa defesa, liderada pelo brilhante zagueiro Miranda, permanecia intacta.

Após um segundo tempo morno, com emoções controladas pelas defesas sólidas e não tão eficientes ataques, o São Paulo matou o jogo. Dagoberto, que entrou no segundo tempo, fez jogada individual e liquidou a fatura. São Paulo classificado, juntando-se a Fluminense, que classificara-se na terça. Os tricolores, inclusive, se encontram nas quartas-de-final.

No Maracanã, o jogo aparentemente mais tranqüilo. O Flamengo poderia perder para o América (MEX) por até dois gols, após a bela vitória no México. Mas em um jogo histórico, que ficará conhecido como 'Maracanazo mexicano', o Flamengo não se encontrou e perdeu por 3x0, dando 'adeus' ao torneio.

O resultado até parecia um pesadelo de torcedor, daqueles em que o rubro-negro acordaria e pensaria: "Nossa, sonhei que o Flamengo perdia por 3x0. Ainda bem que isso é impossível e foi só sonho". Infelizmente, para os flamenguistas, a má atuação foi real e a eliminação foi doida.

Causas para explicar são muitas, e variam entre a falta de concentração na partida pela despedida de Joel Santana, soberba após a vitória na casa do adversário, além da apatia do time, que parecia não querer jogar (na foto, jogadores lamentam a eliminação).

Foi um resultado inexplicável, que marcará a história da Libertadores. E mais do que isso, mostra que para jogar este torneio é preciso ir muito além do que jogar bonito e fazer a melhor campanha.



terça-feira, 6 de maio de 2008

Carlos Alberto, o remédio para a ressaca

Após a perda do Campeonato Carioca para o Flamengo, o Botafogo foi rápido e anunciou um reforço de peso: o meia Carlos Alberto (foto), ex-São Paulo.

O atleta passa, então, por uma situação diferente em sua carreira. Ele, que sempre foi dor de cabeça para os times onde passou, por conta de seu comportamento fora de campo, virou o 'remédio para ressaca' no Fogão, após mais um vice-campeonato carioca.

Com futebol de qualidade inegável, Carlos Alberto não conseguiu convencer no São Paulo e foi dispensado. Livre, o meia negociou e rapidamente acertou com o Botafogo.

Pode ser um bom reforço, com características diferentes do que tem o alvinegro em seu elenco. Mas, a princípio, é um forte candidato a mico do Brasileirão!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Caio Júnior é o novo técnico do Flamengo

O Flamengo acabou com o mistério: Caio Júnior (foto) é o novo técnico do rubro-negro. O treinador vai substituir Joel Santana, que deixa o clube carioca para treinar a seleção da África do Sul.

Caio Júnior estava no Goiás, onde foi eliminado da Copa do Brasil após ser goleado pelo Corinthians e perdeu a final do Campeonato Gaúcho neste domingo, para o Itumbiara.

O jovem treinador ganhou a disputa com Geninho, do Atlético Mineiro, que era o outro cotado para a vaga. Outros nomes, como Paulo Autuori e Abel Braga, corriam por fora.

Esta é a chance de ouro para a carreira de Caio Júnior. Vai pegar um ótimo elenco, com bons jogadores para todas as posições e com a moral alta após o título carioca.

A carreira de Caio ainda é curta. Após chegar a Libertadores com uma brilhante campanha à frente do Paraná, foi para o Palmeiras. No clube paulista, conseguiu montar um bom time, mas passou o ano de 2007 sem títulos.

Saindo do Verdão, Caio acertou com o Goiás, onde fazia um bom trabalho até a fatídica semana em que perdeu as duas competições que disputava.

Não é o nome ideal para o Flamengo no momento, principalmente pela disputa da Libertadores. Mas é uma aposta, dentro das poucas opções e dos 'nãos' que o time carioca recebeu.


quinta-feira, 1 de maio de 2008

Com cara de Corinthians!

Deu a louca no Corinthians! Apoiado por mais de 50 mil pessoas, o Timão atropelou o Goiás no jogo de volta pela Copa do Brasil e fez 4x0 ainda no primeiro tempo, garantindo vaga nas quartas-de-final.

Em menos de trinta minutos, o Corinthians fez o placar. Diogo Rincon (2), o ótimo lateral André Santos e Herrera marcaram os gols do alvinegro, que chupou uva no fim do jogo (na foto, Felipe comemora), respondendo as provocações goianas.

Deu a louca no Romerito!

Em Recife, Romerito fez três gols e o Sport goleou o Palmeiras por 4x1. É o fim do sonho da tríplice coroa alviverde, além de uma ducha de água fria no melhor time do Brasil. Agora resta ao Verdão confirmar a conquista do Paulistão, domingo, contra a Ponte Preta.

Engraçado é ver a mudança de humor do técnico Vanderley Luxemburgo. Sempre cheio de brincadeiras com a imprensa, nesta quarta-feira ele distribuiu respostas atravessadas ao repórteres, que questionavam a derrota alviverde.

Batalha campal!

No famoso clima de Libertadores, São Paulo e Nacional (URU) empataram por 0x0. O futebol não foi o destaque da partida e, sim, as entradas violentas. Muitas faltas, carrinhos e encontrões, e pouquíssimos cartões amarelos e nenhuma expulsão. Para o São Paulo, o resultado não foi dos piores, já que decide a vaga no Morumbi.

Nas poucas vezes que a bola rolou sem violência, o Tricolor poderia ter vencido. Mas Alex Silva, Eder Luis e Borges perderam chances incríveis de sair do Uruguai com a vitória.

Que injustiça!

O Boca Juniors (ARG) venceu o Cruzeiro em La Bombonera por 2x1. O resultado foi bom para o time celeste, que contou com muita, mas muita sorte! Somente o Boca jogou, com jogadas ofensivas e muitas chances criadas por Riquelme, Dátolo, Palacio e Palermo. O time argentino fez 2x0. mas as chances de ampliar eram perdidas uma a uma.

No final, o volante Fabrício 'achou' um gol do meio da rua e descontou para o Cruzeiro, que poderia ter levado uma goleada histórica, mas volta à Minas com chances de tirar o bicho-papão da Libertadores.

América carioca!

Os times do Rio de Janeiro fizeram bonito nas partidas de ida das oitavas-de-final da Libertadores. No México, o Flamengo ainda poupou alguns jogadores, mas dominou a partida e fez 4x2 no América (MEX) e está com as duas mãos na vaga.

Já o Fluminense, dono da melhor campanha do torneio, venceu o Nacional (COL) poe 2x1, com gols de Thiago Neves e Conca, e também deve passar para a próxima fase sem grandes problemas.




domingo, 20 de abril de 2008

Deu a lógica: o favorito está na final

Com espírito de vencedor, o Palmeiras bateu o São Paulo por 2 a 0 e vai fazer a final do Paulistão 2008 contra a Ponte Preta, que eliminou o Guaratinguetá no sábado.

O jogo foi de total domínio do Verdão, que, jogando no Palestra Itália, com a apoio de mais de 25 mil palmeirenses, fez valer o rótulo de favorito dado pela imprensa, pela torcida e chancelado por torcedores, jogadores e dirigentes são-paulinos.

Léo Lima, desacreditado por todos quando chegou ao Palmeiras, foi o nome do jogo. Controlou o meio campo e foi dele o primeiro gol da partida. O camisa 27 chutou forte, no meio do gol e Rogério Ceni... bem... Rogério Ceni, apesar de estarmos longe do Natal, levou o peru! Palmeiras 1 a 0.

Na segunda etapa, o domínio alviverde continuou. Primeiro com Kléber, que foi derrubado por André Dias na entrada da área. Em seguida, Leandro cruzou, Rogério Ceni olhou a bola passar em sua frente e Valdivia chutou muito perto.

O chileno, que não foi bem no jogo do Morumbi – e ouviu muitos dizerem que ele não era um jogador decisivo, que era pipoqueiro, que tremia na hora H – fez uma ótima partida. Conseguiu sair com tranqüilidade da fraca marcação do destemperado Fábio Santos e foi decisivo (olha só!) para a classificação.

Aos 40 do segundo tempo, em mais um cruzamento na área do goleiro Marcos, Valdivia afastou de cabeça e a bola caiu nos pés de Lenny, que driblou e passou para Wendel. O polivalente jogador saiu cara a cara com Rogério Ceni, mas preferiu passar para o lado em vez de fazer o primeiro gol dele com a camisa do Verdão.

E quem estava do lado para rolar a bola para o gol? Ele mesmo: Valdivia! O camisa 10 começou a jogada no campo de defesa, atravessou o gramado todo e decretou a merecida classificação do Palmeiras. Verdão 2 a 0.

Agora, o adversário é a Ponte Preta. Quem leva o título? O superfavorito Palmeiras ou a boa equipe da Macaca?

quarta-feira, 16 de abril de 2008

A saída de quem nem veio!

Contrariando o famoso e irônico dito 'A volta dos que não foram', o São Paulo confirmou que o meia Carlos Alberto (foto) não será reintegrado ao elenco do Tricolor.

O jogador, que estava acima do peso desde que chegou ao Morumbi, não agradou dentro de campo e muito menos fora dele. O estopim para sua saída foi a discussão com o volante Fábio Santos, que já foi reintegrado ao time são-paulino.

O superintendente de futebol do clube, Marco Aurélio Cunha, que tratou pessoalmente da transferência de Carlos Alberto para o São Paulo, justificou que algo não deu certo e que o clube continuará cumprindo suas obrigações até o fim do contrato.

Em menos de três meses, Carlos Alberto fez apenas um gol - muito importante, diga-se de passagem, no clássicon contra o Santos - e conseguiu acumular algumas confusões em seu curriculo.

Chegou muito acima do peso, detectou um problema na tireóide, que difultava a perda de peso. Cortou o pé dentro da própria casa, desfalcando o Tricolor por alguns jogos. Chegou atrasado no treino do último dia 4, o que causou a antecipação da concentração do time e a briga com Fábio Santos na seqüência.

É o primeiro dos bad-boys tricolores que deixa a equipe. Adriano e Fábio Santos já tiveram seus problemas, mas continuam no grupo. Adriano, inclusive, mostrou para quê veio e está fazendo muitos gols.

Agora resta saber de Fábio Santos. Qual será o fim do volante no Tricolor?

terça-feira, 15 de abril de 2008

Romário anuncia aposentadoria

Agora é pra valer! Aos 42 anos, Romário (foto) anunciou a sua despedida oficial do futebol. A revelação foi feita nesta segunda-feira, no lançamento do DVD sobre sua carreira, no Rio de Janeiro.


Autor de 1002 gols em toda a carreira, muitos deles memoráveis, Romário já era um ex-atleta em atividade há algum tempo. Desde retornou ao Vasco, em sua quarta passagem, o baixinho não apresentou o futebol que o consagrou como um dos maiores atacantes da história.

Além do Vasco, primeiro e último clube de sua carreira, Romário teve passagens por Flamengo, Fluminense, PSV (Holanda), Barcelona (ESP), Valencia (ESP), Al-Saad (CAT), Adelaide United (AUS) e Miami FC (EUA).

Romário foi gênio, foi craque, foi decisivo, foi vitorioso. Carregou a Seleção Brasileira nas costas em 1994, no tetracampeonato. Em 1998, foi cortado às vésperas da Copa da França e em 2002 foi preterido por Felipão.

O baixinho foi eleito o melhor do mundo em 1994, em excelente fase. Golaços não faltam no curriculo do artilheiro. Um dos mais marcantes foi pelo Flamengo, contra o Corinthians, no Pacaembú, quando deu um lindo elástico em Amaral e tocou na saída do goleiro.

Pois é, infelizmente tudo chega ao fim. Mas Romário deixará uma bonita história, lindos gols e muita saudade no torcedor brasileiro.


domingo, 13 de abril de 2008

Com gol de mão, São Paulo surpreende o Palmeiras


Na primeira partida da semifinal do Paulistão, o São Paulo surpreendeu o favorito Palmeiras e venceu por 2x1, no Morumbi. Na próxima semana, as duas equipes se encontram novamente, desta vez no Palestra Itália, com o Tricolor jogando por um empate para chegar às finais.

Assumindo sua inferioridade técnica, ao menos momentânea, o São Paulo começou a partida na defesa, marcando forte e saindo para os contra-ataques. Segurando o ímpeto inicial do Palmeiras, o Tricolor conseguiu sair na frente logo no início. Em falta cobrada por Jorge Wagner, o atacante Adriano (foto) abriu o placar, de mão. Após muita reclamação, o árbitro Paulo César de Oliveira justificou que não houve intenção de toque por parte do Imperador.

Na seqüência do jogo, o Palmeiras pressionou e tentou o empate, mas sem levar muito perigo. O grande lance do Verdão no primeiro tempofoi uma cabeçada de Alex Mineiro, que tocou a trave de Rogério Ceni.

No segundo tempo, o São Paulo voltou com o mesmo posicionamento defensivo e contou com um erro bisonho do palmeirense Gustavo, que tropeçou na bola. Jorge Wagner, então, lançou Adriano, que teve tranqüilidade para fazer o seu segundo gol na partida.

Com 2x0 no placar, Luxemburgo resolveu mexer no time. Colocou Denílson, Martinez e Lenny, ficando, inclusive, sem lateral-direito. O São Paulo continuava fechado e só assustava em poucos contra-ataques. De tanto pressionar, o Palmeiras diminuiu. Lenny caiu na entrada da área e o árbitro deu pênalti, muito contestado pelos jogadores do Tricolor. Alex Mineiro converteu e colocou fogo na partida.

O Palmeiras ainda tentou o empate, mas não criou grandes chances. O “mago” Valdívia, apagadíssimo, não apareceu para o jogo e decepcionou. Foi muito bem marcado por Zé Luís, que o acompanhou quase individualmente.

No próximo jogo, porém, o São Paulo não contará com o próprio Zé Luís e com Richarlyson, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Pelo lado palmeirense, o importante volante Pierre também estará fora pelo mesmo motivo.
E a vaga continua aberta. A vantagem do São Paulo é pequena e o time do Palmeiras continua sendo melhor tecnicamente. A grande diferença no momento é a maturidade do Tricolor. É um time mais decisivo e acostumado com jogos deste nível, o que pode ser essencial no confronto.